quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Tempestade

(Filipe Bruno)

No momento em que o céu desaba
Com as águas encharcando a praia
Afogo o ódio de minhas lembranças
Na enxurrada de minha alma

Não importa a força e a intensidade
De minha tempestade
Não consigo corroer
Seu coração de mármore

Espero que a tempestade não pare
E leve todo o sangue que foi derramado
Pelas lágrimas de um jovem apaixonado


Esse foi um dos meus primeiros poemas. O que seria de um poeta sem um amor perdido?

Por favor Comentem! Aceito Críticas.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Tempo Perdido

Hoje eu acordei pensando que estava completamente atrasado para ir ao colégio, mas quando eu realmente abri os olhos, lembrei que meus tempos de escola tinham acabado. No primeiro tópico que postei nesse blog, ele mostrava minha animação em relação a não ter que acordar cedo por um bom tempo. De não ter que aturar algumas pessoas com quem estudei etc...

Mesmo estando feliz por não ter mais que estudar, olhei para o passado. Olhei para os meus dois ultimos anos de escola e todas as pessoas legais que conheci e que nesses dias sinto falta. Eu falava e fazia muita merda, e o melhor, sempre tinha alguém para corresponder as merdas.
Nesse último sábado eu completei 18 anos. Algumas vezes, vem a minha mente coisas que fazia aos 4 anos. É, o tempo passa, o tempo voa, mas a poupança Banderimus não continua numa boa.

Há algum tempo, eu cobiçava tanto chegar a maioridade para começar a ser livre. Só que com a "possível" liberdade dos 18 anos, vem também todas as responsabilidades de uma vez só. Serviço Militar, eleições, faculdade, emprego etc...
É gente, A vida é muito curta para não ser aproveitada!

Legião Urbana - Tempo Perdido
"Todos os dias quando acordo,
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo.
Todos os dias antes de dormir,
Lembro e esqueço como foi o dia
Sempre em frente,
Não temos tempo a perder.
Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério
E selvagem.
Veja o sol dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega é da cor dos seus
Olhos castanhos
Então me abraça forte
E me diz mais uma vez
Que já estamos distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro,
Mas deixe as luzes acesas agora,
O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido,
Ninguém prometeu.
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens"