quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Tempestade

(Filipe Bruno)

No momento em que o céu desaba
Com as águas encharcando a praia
Afogo o ódio de minhas lembranças
Na enxurrada de minha alma

Não importa a força e a intensidade
De minha tempestade
Não consigo corroer
Seu coração de mármore

Espero que a tempestade não pare
E leve todo o sangue que foi derramado
Pelas lágrimas de um jovem apaixonado


Esse foi um dos meus primeiros poemas. O que seria de um poeta sem um amor perdido?

Por favor Comentem! Aceito Críticas.

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